JESUS E A MEDITAÇÃO
Existe uma tradição muito forte na Índia, conhecida de forma convincente entre os metafísicos, em histórias registradas em antigos manuscritos. De que os magos do Oriente que visitaram o menino Jesus de Belém, foram na verdade, grandes sábios da Índia.
Mas o mais interessante é que há abundante referência de que não só os mestres vieram até Jesus, mas que ele retribuiu sua visita, vivendo na Índia e regiões do himalaia dos 14 aos 28 anos de idade.
Relatos preciosos encontravam-se ocultos em um monastério tibetano, foram descobertos e copiados pelo viajante russo, Nicholas Notovith.
Sua própria realização divina, reavivada e reforçada na companhia dos mestres e no ambiente espiritual da Índia, propiciou-lhe uma experiência do caráter universal da verdade, a partir da qual ele pôde pregar uma mensagem simples e ampla, compreensível para as pessoas de sua terra natal, todavia, com significados subjacentes que viriam a ser reconhecidos por gerações futuras, à medida que a mentalidade humana amadurecesse em compreensão.
Seus ensinamentos, expressam a universalidade da Consciência Infinita, ou consciência Crística, que não conhece fronteiras de raça ou credo.
Jesus foi um oriental, de nascimento, família e educação. Não foi casualidade que Jesus tenha preferido nascer um Cristo oriental na Palestina.
Esse local era o eixo ligando o Oriente à Europa e ao resto do mundo. Esse grande Cristo, irradiando a força e o poder espiritual do Oriente ao Ocidente, é um elo divino a unir os povos que amam a Deus – orientais e ocidentais.
Cristo foi muito mal interpretado pelo mundo. Suas profundidades esotéricas esquecidas.
Crucificadas nas mãos dos dogmas, dos preconceitos e do entendimento restrito.
Precisamos conhecer Jesus como um Cristo oriental, um Avatar, supremo Iogue que manifestou plena maestria sobre a ciência universal da união divina e pôde falar e agir como um salvador.
Para alguns, a religião se tornou uma questão de crença. Alguns creem no catolicismo, outros no protestantismo, outros no budismo, etc...
O fundamento da religião identifica que as verdades universais são comuns a todos.
O poder divino da percepção de Cristo é uma experiência interior.
Ele pode ser percebido por seu puro reflexo com o Cristo.
O poder dos templos e das igrejas desaparecerá.
O poder dos templos e das igrejas desaparecerá.
A verdadeira espiritualidade virá dos templos das grandes almas que, dia e noite, vivem no êxtase de Deus.
Cristo busca os templos das almas verdadeiras.
Ele ama o silencioso santuário da devoção em seu coração, onde você mora com Ele.
Baseado no livro: “A Yoga de Jesus”. Paramahansa Yogananda.
2 comentários:
MUTO INTERESSANTE O TEXTO. GOSTEI MUITO
LINDO O BLOG.
Muito interessante sacudir com velhos paradigmas.
Adorei, lindo o blog!
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